Primeiro Aniversário do Editorial Jurídico

Primeiro ano de vida do Editorial Jurídico

Web Summit em Lisboa pela segunda vez

Caro leitor o Editorial Jurídico celebra um ano de vida em 6 de novembro de 2017, este post celebra consigo o seu primeiro ano.

 

Fonte pinterest.pt

Obrigada a si caro leitor. A si se deve a nossa vivência.

Graças a si o Editorial tem no momento 12122 visitas, e o “contador de visitas” do Editorial só faz um ano no dia 9 de dezembro do corrente ano, data em que foi “colocado” on line.

Fazemos um ano, perdoem a ousadia, fazemos um ano com a Web Summit Lisbon, pois foi a 6 de novembro de 2016 que o Editorial entrou on line e com um post sobre a Web Summit Lisbon (http://editorialjuridico.org/2016/11/06/web-summit-lisbon/).

Fonte globgdelproject.org

Web Summit que mudou Lisboa, e quer se queira quer não, mudou o mundo com as startups.

PARABÉNS a nós.

 

A desgraça humana usada para intentos políticos

Aproveitamento indecoroso dos incêndios

PSD fala do que não sabe? Ou sabe?

Vale a pena lembrar que na passada semana João Galamba do PS considerou “indigno” que o eurodeputado do PSD Paulo Rangel tivesse tentado tirar ganhos políticos da tragédia de Pedrógão Grande, acusando-o de mentir porque o Governo não fez cortes, como afirmou Paulo Rangel, mas sim aumentou orçamentos em áreas centrais do Estado (http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/ps-acusa-paulo-rangel-de-mentir-e-diz-ser-indigno-aproveitamento-politico-de-tragedias).

Tem toda a razão João Galamba, é “indigno” que se tire ganhos políticos da tragédia de Pedrógão Grande.

Ainda, de acordo com o cmjornal, João Galamba disse ser grave o que Paulo Rangel verbalizou e “é grave por duas razões, disse, a primeira é que é mentira o que diz porque não houve qualquer corte, muito menos um corte brutal, na saúde, na educação ou na proteção civil”, que afirmou garantindo que “os orçamentos nessas áreas cresceram todos”, dados que “são públicos e facilmente comprováveis”.

Na opinião do deputado do PS “é lamentável que o PSD se acantone nesse tipo de discurso, que é uma falta de respeito para com as pessoas, para com as vítimas e dá uma triste imagem de um partido que é um partido importante na democracia portuguesa” ( http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ps-acusa-paulo-rangel-de-mentir-e-diz-ser-indigno-o-aproveitamento-politico-de-tragedias).

Fonte jornaleconomico.sapo.pt

Mas o quadro é ainda pior do que este …

Paulo Rangel falou … falou! Não soube do que falou! Ou, se calhar até soube?!

O eurodeputado do PSD Paulo Rangel, por certo, não se recorda que foi o PSD, que foi o então Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, Fernando Alexandre, quem extinguiu o organismo público denominado de Direção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos (DGIE) do Ministério da Administração Interna (MAI).

A DGIE/MAI herdou as missões e atribuições do GEPI/MAI, este último foi criado na década de 80, sucederam-se um ao outro. O GEPI e, depois, a DGIE foram constituídos para obter racionalização e rentabilização dos investimentos e aquisições de serviços e bens para as forças e serviços de segurança, através de procedimentos comuns, e obter poupanças de custos e ganhos de escala, maximizando os procedimentos concursais e contratuais e fazendo a gestão e acompanhamento dos contratos públicos.

Mas, parece que tudo isso foi esquecido! Foi esquecido em nome da cega redução das despesas públicas, independentemente da repercussão das consequências do ato: o então, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, Fernando Alexandre, decidiu extinguir a DGIE, se não foi ele, pelo menos, Fernando Alexandre, foi o rosto visível dessa decisão política.

Fonte jornalnegocios.pt

O ato de extinção da DGIE foi altamente nefasto ao Estado Português, com consequências incalculáveis a múltiplos níveis, nomeadamente ao nível do contrato SIRESP. Quanto ao SIRESP, importa dizer, é evidente que os problemas de fundo de que, publicamente, se tem vindo a falar, continuariam a existir, porque, segundo se diz, eles são estruturais (e em 2017 houve uma conjugação de fatores que aumentaram a desgraça dos incêndios).

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Afinal o SIRESP também colapsa quando há tempestades, não é só nos incêndios …

Já foi admitido, o SIRESP colapsa mesmo

O SIRESP “moribundo” desde a nascença

O Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) também colapsa quando há tempestades, não é só nos incêndios. O SIRESP colapsa mesmo.

O SIRESP colapsa numas alturas, nomeadamente nas emergências como intempéries e incêndios, e, não funciona noutras.

Fonte sol.sapo.pt

O SIRESP está “moribundo” desde a nascença, o Editorial Jurídico disse-o em junho aquando dos incêndios de Pedrogão Grande.

A rede SIRESP usada pelas forças de segurança, e alguns serviços de segurança, e pelos bombeiros não vai abaixo só nos incêndios, como aconteceu recentemente nos fogos de Pedrógão ou de Mação, o SIRESP também colapsa quando há intempéries.

Fonte cm.pt

O SIRESP não está preparado para fazer aquilo para que foi concebido, o SIRESP não está preparado para a SEGURANÇA e EMERGÊNCIA, o SIRESP está “moribundo” desde a nascença.

O Jornal de Notícias e o Diário de Notícias, entre outras fontes informativas, já o disseram esta semana, o SIRESP também colapsa quando há tempestades, não é só nos incêndios. É verdade o sistema, que custou cerca de 500 milhões de euros (diz-se por aí, mas na verdade custa mais) não está preparado para a emergência dos incêndios, também, não está preparado para aguentar tempestades e colapsa praticamente todos os anos.

Mas o Estado nunca exigiu o pagamento de penalidades à empresa que opera a rede (veja em http://www.jn.pt/nacional/interior/siresp-tambem-colapsa-quando-ha-tempestades-8688984.html e em http://www.dn.pt/portugal/interior/siresp-tambem-tambem-falha-quando-ha-tempestades-8689370.html).

Mais, O SIRESP está criado para “absorver” dinheiro ao Estado, segundo noticiou o Observador, em 26.06.2017, “A operadora Siresp, que gere o SIRESP, pagou mais de 6,67 milhões aos seus accionistas, em dividendos, em 2016. No ano anterior, a empresa registara lucros de três milhões.” E, é isto que interessa … não a rede SIRESP, não a rede de emergência e segurança?!

Pois, o SIRESP, por vezes, até em situações de operacionalidade normal não funciona, isto é dito com conhecimento de causa, pois, a editora já teve oportunidade de referir em post anterior que trabalhou na Assessoria Jurídica da Direção-Geral de Infraestruturas e Equipamentos (DGIE) do Ministério da Administração Interna (MAI) quase 14 anos (recorde o artigo sobre o SIRESP publicado pelo Editorial a 25 de julho).

A DGIE era a gestora do contrato SIRESP por parte do MAI, este, organismo público, foi formalmente extinto em dezembro de 2014, pelo governo do então primeiro ministro, Passos Coelho. E, na DGIE a editora, ouvia desabafos de quem operou, e ainda opera, com a rede SIRESP (em grande medida as forças de segurança, PSP e a GNR). Alguns elementos das forças de segurança queixavam-se da rede, queixavam-se que ela, por vezes, não funcionava nem em situações de normalidade operacional, confessavam, nessas situações acabavam por utilizar a sua própria rede.

Outrossim, bem recentemente, no dia 8 de junho, em conversa com um agente da PSP, numa esquadra da PSP pertencente ao Concelho de Cascais, agente que o Editorial não identificará por razões óbvias, confessou que muitas vezes no quotidiano operacional têm que recorrer à rede interna da PSP, porque a rede SIRESP não funciona.

“Quem de direito” nunca deu ouvidos àqueles que trabalham diária e constantemente com a rede SIRESP e seus terminais (sejam forças de segurança, bombeiros ou outros que partilham a rede), não se escuta quem está no terreno!?!

De acordo com a notícia do Diário de Notícias on line, a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, informou, em 27.07.2017, no parlamento, que o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança em Portugal (SIRESP) falhou 284 horas em 2013.

E falhou em 2012 (143 horas), falhou em 2014, muito embora a expressão das falhas não tenham sido muito significativas (de acordo com um documento do MAI a que a Lusa teve acesso).

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Juntos por todos

Os portugueses são maravilhosos onde quer que estejam

O Meo Arena e Pedrogão Grande em 27 de junho de 2017

Fonte oinformador.com

 

É bom não esquecer! O momento foi mais do que solidariedade.

Fonte cmjornal.pt

Além de solidário, o momento foi de humanidade e de “bem-fazer” para com as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande e de homenagem póstuma aos 64 mortos.

O concerto que transmitiu ao mundo “Pedrogão Grande, e arredores, estamos aqui convosco, chorámos, e choramos convosco, a vossa dor, arregaçámos as mangas e estamos aqui para ajudar a renascer das cinzas”.

A ideia do concerto partiu do promotor Vasco Sacramento que anunciou, sensibilizado com as vítimas do incêndio, no passado dia 18 de junho na rede social Facebook a intenção de fazer um concerto solidário.

Editorial Jurídico

E, fez-se magia, em menos de uma semana, para que este evento fosse possível em tempo e oportunidade.

Foram 25 os artistas que subiram ao palco para se associar a esta causa: AGIR, Amor Electro, Ana Moura, Aurea, Camané, Carlos do Carmo, Carminho, D.A.M.A, David Fonseca, Diogo Piçarra, Gisela João, Hélder Moutinho, João Gil, Jorge Palma, Luísa Sobral, Luís Represas, Matias Damásio, Miguel Araújo, Paulo Gonzo, Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares, Rita Redshoes, Rui Veloso e Sérgio Godinho e Salvador Sobral.

Editorial Jurídico

O concerto teve início às 21:00, as receitas do concerto revertem para a União das Misericórdias Portuguesas e serão canalizadas para ajudar as populações afetadas pela tragédia, o valor de 1.153.000 euros doado com e durante o concerto.

O Presidente de todos os portugueses, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve presente do início ao fim do espetáculo. O espetáculo começou às 21h00, foi transmitido pela Renascença, pelas restantes rádios e todas as televisões genéricas portuguesas.

Fonte m.famavip.com

Os portugueses conseguem ser muito grandes!

Reposto o artigo “Juntos por todos”, originariamente publicado a 28.06.2017, o Editorial faz notar que, exatamente, 1 mês após essa data a realidade dramática dos incêndios tem permanecido atual, com a exceção das dramáticas mortes.

Estou de volta

O Editorial esteve silenciado por problemas técnicos

“Assalto informático”

Fonte Keas-group.com/

O Editorial Jurídico esteve “em baixo”, esteve silenciado durante alguns dias com problemas técnicos, problemas informáticos desconhecidos, após a publicação dos artigos «O Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) – SIRESP “moribundo” desde a nascença – A operadora do SIRESP é a Siresp S. A.» e «Juntos por todos – Os portugueses são maravilhosos onde quer que estejam – O Meo Arena e Pedrogão Grande em 27 de junho de 2017».

Coincidência ou não é um facto!

Novamente online foram, esses, os dois únicos artigos que não foram passíveis de recuperação, tal com alguns comentários que os leitores tiveram a amabilidade de partilhar com o Editorial. Não importa!

Fonte edumikon.welo.id/

O Editorial contínua aqui para si caro leitor e vai repor, tanto quanto possível, os dois artigos desaparecidos e continuar a sua jornada.

 

O Editorial deixa aqui um pedido de desculpas, a si, por não ter sido capaz de recuperar os seus comentários a tais artigos, apesar de alheio a tal facto.

Fonte bolsaideiasnegocios.com

Uma nota apenas, não deixa de ser curioso e lamentável que o cenário de incêndios abordado pelo post de «Pedrogão Grande – Municípios de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera – Choramos convosco», de 18.06.2017, continue ainda atual até hoje, 25.07.2017, no que respeito diz a incêndios, destruição e desgraça em Portugal.

 

Pedrogão Grande

Municípios de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera

Choramos convosco

Fonte clickgratis.com.br

 

O coração dos portugueses está de luto!

O Editorial deixa aqui o seu profundo pesar e condolências aos familiares das vítimas de Pedrogão Grande, Figueiró e Castanheira, e julga puder fazê-lo em nome de todos os portugueses que não possam ou consigam exprimir o seu pesar.

Até ao momento, da publicação deste artigo, as vítimas são 61 e os feridos já contam 62, dos quais 8 são bombeiros voluntários e alguns estão em estado grave.

O Editorial não pode deixar de enaltecer e louvar a dedicação e o empenho desses homens e mulheres, bombeiros na mais das vezes voluntários, que arriscam a sua própria vida a combater as labaredas infernais que consomem a floresta portuguesa, os bens das pessoas e a vida das vítimas, e que, por vezes, eles próprios são vítimas desse “inferno de chamas” que lhes ceifa a vida sem dó. Por isso, a todos vós, o meu sincero e profundo agradecimento pela vossa inestimável bravura.

Por vós choro Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera!

Fonte loskatchorros.com.br

Por vós choro de dor, em solidariedade, pelo vosso sofrimento de “vidas ceifadas” e “colos perdidos”, porque a editora já viveu, por duas vezes, cenários diabólicos de incêndios incontrolados e “devoradores de futuro”, no Concelho do Sardoal, que já tão fustigado foi por labaredas incontroláveis.

Palavras não existem para silenciar a dor na tragédia.

O Editorial apenas deixa, aqui, um poema “A morte chega cedo”, dedicado a todas as vítimas que partiram, por causa deste incêndio, e a todos os que, de uma maneira ou de outra, sofrem por causa dele:

 

A morte chega cedo,

Fonte frases10.online

Pois breve é toda a vida

O instante é o arremedo

De uma coisa perdida

O amor foi começado,

O ideal não acabou,

E quem tenha alcançado

Não sabe o que alcançou.

E tudo isto a morte

Risca por não estar certo

No caderno da sorte

Que Deus deixou aberto.

Fernando Pessoa

Dia da Mãe

Mãe!

Vida materna e eterna

Dia da Mãe
Foto maes_ibca.org.br

 

Mãe! Três palavras,

Maravilhosa!

Amor!

Eterna!

 

Mãe!

No útero materno me fecundei …

No útero materno permaneci …

Do útero materno saí …

Mãe … para te conhecer,

Mas nele eu já sabia quem tu eras … Mãe!

 

A Mãe!

A Mãe de amor feita,

A Mãe que só ama

A Mãe que simplesmente ama, ama e ama

A Mãe que é doce e não se cansa de amar o amor

 

Amar de Mãe!

Esse amar de amor incondicional

Esse amor que me deste sem eu pedir ou merecer,

Esse amar de amor sem fim

Esse amor que brota da fonte eterna

Esse amar de amor com asas de libertador!

 

Mãe!

Mãe é antídoto

Mãe é dádiva

Mãe é protetora

Mãe é sacrifício

Mãe é beleza

 

A ti Mãe!

A ti peço … Mãe!

Mãe … não pares

Mãe … não pares de ser Mãe

Não pares de ser Mãe ainda que pereças!

 

A ti Mãe!

Por ti Mãe …

Peço a Deus que eu saiba amar,

Ainda que metade daquilo que tu amas,

Com essa metade, sei que, te encherei de amor

Porque, amar-te como tu me amas

É uma dádiva que só tu Mãe … que só tu tens …

Mãe …

 

“Ser mãe é dar vida” (Papa Francisco)

25 de abril, Dia da Liberdade

A Revolução de Abril
Revolução dos cravos

E porque hoje é 25 de abril, o Dia da Liberdade, Thomas Pesquet, o astronauta francês, ofereceu a Portugal uma prenda verdadeiramente invulgar: uma fotografia por si tirada da janela da Estação Espacial Internacional e, por si, divulgada nas redes sociais.

Foto zap.aeiou.pt
Thomas Pesquet

Com ela, a fotografia, Thomas Pesquet escreveu “Bem, não é todos os dias que se pode ver um país inteiro numa única fotografia, especialmente um país que tem tanto para oferecer como Portugal!”, in Público.

O dia 25 de abril é comemorado em Portugal como o Dia da Liberdade, a “Revolução dos cravos”, e a partir de hoje celebrado de modo historicamente inexcedível.

Celebra-se a revolta dos militares portugueses que em 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de Estado militar planeado para pôr fim ao regime ditatorial do Estado Novo, liderado autoritariamente por António de Oliveira Salazar, que governava Portugal desde 1933.

A liberdade de expressão, de opinião, de fazer greve, de se manifestar e de se associar foram totalmente reprimidas pela ditadura que se impunha e mantinha no poder com a tortura, e outros maus tratos e cativeiro, a quem se opusesse ao regime da ditadura.

Foto anamargaridapalmeiraebom.sapo

Foi preciso muita coragem, determinação e saturação, provocada pelo viver escondido e com medo, para que a Revolução vingasse, para que a o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por militares da Guerra Colonial e por estudantes universitários, entre outros da “classe” intelectual e, ainda, com o apoio da população portuguesa, se conseguisse a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa, a 25 de abril de 1976.

Logo após a revolução do 25 de abril foi criada a Junta de Salvação Nacional que nomeou António de Spínola como Presidente da República e Adelino da Palma Carlos como Primeiro-Ministro.

Os dois anos seguintes ao da Revolução de 1974 foram muito difíceis e complicados, de grande agitação social, e até política, este período tão conturbado ficou conhecido por Processo Revolucionário em Curso (PREC). Apesar disso, na verdade, foi uma vitória da democracia portuguesa e um marco histórico duma Revolução pacífica onde os cravos foram, e são, o símbolo da Revolução de 1974.

Foto fonte web

Hoje a Revolução, também, foi comemorada a partir do espaço. Obrigada Thomas Pesquet.

Viva Portugal!

Semana Santa no Sardoal

Vila com tradição

Património histórico

 

Foto Pelourinho Sardoalmeditejo.net

Importa dar nota da recente Semana Santa vivida na vila de Sardoal. Vila que se situa no Concelho do Sardoal e tem uma profunda tradição religiosa e de fé. As festividades da vila do Sardoal são seculares, oriundas de tempos imemoráveis e profundamente enraizadas. No presente são um importante património da própria “personalidade” concelhia. Estas festividades que decorrem, principalmente, entre Quinta-Feira Santa e Domingo de Páscoa.

Foto www.ribatejo.com
Paixão de Cristo

É na Quaresma que, com as cerimónias religiosas, a vila do Sardoal assume um importante e indiscutível relevo: a Semana Santa na vila do Sardoal é carismática e cultural.

As festividades pascais da vila incluem a Procissão dos Ramos, a Procissão dos Fogaréus (Procissão do Senhor da Misericórdia), a Procissão do Enterro do Senhor e a Procissão da Ressurreição do Senhor, esta no próprio domingo de Páscoa.

Foto meditejo.net
5.ª Feira Santa

Inserida nas celebrações da Semana Santa, a Procissão do Senhor da Misericórdia organizada pela Irmandade da Misericórdia de Sardoal, realiza-se na Quinta-Feira Santa. O ambiente vivencial desta Procissão é deslumbrantemente místico, transmite a profunda tristeza e respeito da comunidade cristã local pela representação da morte de Cristo.

São características principais a destacar nas celebrações pascais da vila do Sardoal:

  1. O cortejo de Quinta-Feira Santa sai à noite na escuridão total: a iluminação pública das ruas é desligada pela EDP que desativa o fornecimento de energia elétrica. A escuridão da noite é iluminada pela luz lúgubre dos archotes, candeias e velas dos participantes na Procissão, nas janelas das casas, nas varandas e escadarias do Convento de Santa Maria da Caridade acendem-se mais de 600 lamparinas;
  2. Este ambiente místico é acompanhado pela banda filarmónica do Sardoal ao som de marchas fúnebres que conferem um cenário magistral de sentimento sentido, sofrido e de respeito pela morte do Senhor;
  3. No cortejo fúnebre são expostos painéis do século XVIII com cenas da paixão pertencentes à Misericórdia do Sardoal; e ainda,
  4. Os enfeites ou tapetes típicos, nas igrejas e capelas, são feitos com alusão à época. São feitos com pétalas de flores, verduras naturais e outros acessórios, no chão de cada uma das igrejas e capelas existentes na vila (igreja da Misericórdia e Convento Santa Maria da Caridade e nas Capelas: Senhor dos Remédios, Sant’Ana, Santa Catarina, Nossa Senhora do Carmo, S. Sebastião e Espírito Santo).
Foto editorialjuridico.org
2017

Uma tradição secular, e “exclusiva” do Sardoal. Tradição enraizada e que revela uma forte ligação entre as gerações passadas, as presentes e as futuras, assim tem sido, e, mais, nos últimos anos esta tradição foi estendida a Igrejas e Capelas fora da vila do Sardoal, porém dentro do concelho, sempre com grande empenho por parte da população, um exemplo disso é o tapete da Capela da Cabeça das Mós.

Foto editorialjuridico.org
2017
Foto editorialjuridico.org
2017

 

 

 

 

 

Foto editorialjuridico.org
2017
Foto editorialjuridico.org
2017

 

Foto editorialjuridico.org
2017

 

Foto editorialjuridico.org
2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Editorial deixa aqui esta “memória” da Semana Santa na vila do Sardoal.

Foto editorialjuridico.org
Cabeça das Mós 2017

Fica o desafio para que no próximo ano visite, como muitos turistas e visitantes, esta maravilhosa vila e viva com ela a Semana Santa. São centenas e centenas de pessoas na Procissão e milhares delas a assistir nas ruas, pelo menos na Procissão do Enterro do Senhor (Quinta-Feira Santa). Dispõe ainda de exposições, de pintura, fotografia, entre outras, dispõe de cinema, teatro de rua, música, etc.

Para mais informação pode consultar: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011-04-20-sardoal-fe-e-tradicao-regressam-ao-sardoal-com-as-solenidades-da-semana-santa e https://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/pascoa-tambem-e-cultura-no-sardoal-12021 http://turismo.cm-sardoal.pt/images/documents/Folhetos/semana_santa_pascoa.pdf

 

Um grito de liberdade … hoje partiu Mário Soares

Cravos vermelhos liberdade … liberdade …

Mário Soares o primeiro em muita coisa até na hora da partida … morreu o primeiro Presidente da República civil democraticamente eleito em 7 de janeiro de 2017, após ter nascido em 7 de dezembro de 1924.

Foto web

O Editorial não faz emergir “novidades” sobre Mário Soares, sobre este grande Homem, porém não pode deixar de prestar homenagem a este socialista fundador do partido socialista.

Democracia e liberdade as palavras-chave da sua vida política que formaram a face inequívoca e caricaturada de Mário Soares, o “rosto” da democracia. Vida, com várias vidas não contidas, a caminho da democracia no “comboio da liberdade” caminhando…

O histórico socialista foi um enérgico e infatigável lutador contra a ditadura de Salazar, foi preso 12 vezes, deportado para São Tomé e exilado em França. Depois veio a democracia, após a revolução de 1974, Mário Soares foi Primeiro-Ministro em 3 governos constitucionais, foi Presidente da República por 2 mandatos e Deputado Europeu. Foi líder quando Portugal precisou dele (http://pt.euronews.com/2017/01/07/mario-soares-1924-2017-percurso-de-um-resistente).

Fonte web – visão

No sofrimento dos infortúnios da luta e na felicidade das vitórias políticas, lutou, lutou … para que os portugueses almejassem e vivenciassem a democracia. Após a História o ter “engolido” Mário Soares, hoje, é imortalizado nos pergaminhos da lembrança inolvidável dos séculos do tempo nunca esquecido. Continuar a ler Um grito de liberdade … hoje partiu Mário Soares