Pedrogão Grande

Municípios de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera

Choramos convosco

Fonte clickgratis.com.br

 

O coração dos portugueses está de luto!

O Editorial deixa aqui o seu profundo pesar e condolências aos familiares das vítimas de Pedrogão Grande, Figueiró e Castanheira, e julga puder fazê-lo em nome de todos os portugueses que não possam ou consigam exprimir o seu pesar.

Até ao momento, da publicação deste artigo, as vítimas são 61 e os feridos já contam 62, dos quais 8 são bombeiros voluntários e alguns estão em estado grave.

O Editorial não pode deixar de enaltecer e louvar a dedicação e o empenho desses homens e mulheres, bombeiros na mais das vezes voluntários, que arriscam a sua própria vida a combater as labaredas infernais que consomem a floresta portuguesa, os bens das pessoas e a vida das vítimas, e que, por vezes, eles próprios são vítimas desse “inferno de chamas” que lhes ceifa a vida sem dó. Por isso, a todos vós, o meu sincero e profundo agradecimento pela vossa inestimável bravura.

Por vós choro Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera!

Fonte loskatchorros.com.br

Por vós choro de dor, em solidariedade, pelo vosso sofrimento de “vidas ceifadas” e “colos perdidos”, porque a editora já viveu, por duas vezes, cenários diabólicos de incêndios incontrolados e “devoradores de futuro”, no Concelho do Sardoal, que já tão fustigado foi por labaredas incontroláveis.

Palavras não existem para silenciar a dor na tragédia.

O Editorial apenas deixa, aqui, um poema “A morte chega cedo”, dedicado a todas as vítimas que partiram, por causa deste incêndio, e a todos os que, de uma maneira ou de outra, sofrem por causa dele:

 

A morte chega cedo,

Fonte frases10.online

Pois breve é toda a vida

O instante é o arremedo

De uma coisa perdida

O amor foi começado,

O ideal não acabou,

E quem tenha alcançado

Não sabe o que alcançou.

E tudo isto a morte

Risca por não estar certo

No caderno da sorte

Que Deus deixou aberto.

Fernando Pessoa

Dia da Mãe

Mãe!

Vida materna e eterna

Dia da Mãe
Foto maes_ibca.org.br

 

Mãe! Três palavras,

Maravilhosa!

Amor!

Eterna!

 

Mãe!

No útero materno me fecundei …

No útero materno permaneci …

Do útero materno saí …

Mãe … para te conhecer,

Mas nele eu já sabia quem tu eras … Mãe!

 

A Mãe!

A Mãe de amor feita,

A Mãe que só ama

A Mãe que simplesmente ama, ama e ama

A Mãe que é doce e não se cansa de amar o amor

 

Amar de Mãe!

Esse amar de amor incondicional

Esse amor que me deste sem eu pedir ou merecer,

Esse amar de amor sem fim

Esse amor que brota da fonte eterna

Esse amar de amor com asas de libertador!

 

Mãe!

Mãe é antídoto

Mãe é dádiva

Mãe é protetora

Mãe é sacrifício

Mãe é beleza

 

A ti Mãe!

A ti peço … Mãe!

Mãe … não pares

Mãe … não pares de ser Mãe

Não pares de ser Mãe ainda que pereças!

 

A ti Mãe!

Por ti Mãe …

Peço a Deus que eu saiba amar,

Ainda que metade daquilo que tu amas,

Com essa metade, sei que, te encherei de amor

Porque, amar-te como tu me amas

É uma dádiva que só tu Mãe … que só tu tens …

Mãe …

 

“Ser mãe é dar vida” (Papa Francisco)

25 de abril, Dia da Liberdade

A Revolução de Abril
Revolução dos cravos

E porque hoje é 25 de abril, o Dia da Liberdade, Thomas Pesquet, o astronauta francês, ofereceu a Portugal uma prenda verdadeiramente invulgar: uma fotografia por si tirada da janela da Estação Espacial Internacional e, por si, divulgada nas redes sociais.

Foto zap.aeiou.pt
Thomas Pesquet

Com ela, a fotografia, Thomas Pesquet escreveu “Bem, não é todos os dias que se pode ver um país inteiro numa única fotografia, especialmente um país que tem tanto para oferecer como Portugal!”, in Público.

O dia 25 de abril é comemorado em Portugal como o Dia da Liberdade, a “Revolução dos cravos”, e a partir de hoje celebrado de modo historicamente inexcedível.

Celebra-se a revolta dos militares portugueses que em 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de Estado militar planeado para pôr fim ao regime ditatorial do Estado Novo, liderado autoritariamente por António de Oliveira Salazar, que governava Portugal desde 1933.

A liberdade de expressão, de opinião, de fazer greve, de se manifestar e de se associar foram totalmente reprimidas pela ditadura que se impunha e mantinha no poder com a tortura, e outros maus tratos e cativeiro, a quem se opusesse ao regime da ditadura.

Foto anamargaridapalmeiraebom.sapo

Foi preciso muita coragem, determinação e saturação, provocada pelo viver escondido e com medo, para que a Revolução vingasse, para que a o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por militares da Guerra Colonial e por estudantes universitários, entre outros da “classe” intelectual e, ainda, com o apoio da população portuguesa, se conseguisse a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa, a 25 de abril de 1976.

Logo após a revolução do 25 de abril foi criada a Junta de Salvação Nacional que nomeou António de Spínola como Presidente da República e Adelino da Palma Carlos como Primeiro-Ministro.

Os dois anos seguintes ao da Revolução de 1974 foram muito difíceis e complicados, de grande agitação social, e até política, este período tão conturbado ficou conhecido por Processo Revolucionário em Curso (PREC). Apesar disso, na verdade, foi uma vitória da democracia portuguesa e um marco histórico duma Revolução pacífica onde os cravos foram, e são, o símbolo da Revolução de 1974.

Foto fonte web

Hoje a Revolução, também, foi comemorada a partir do espaço. Obrigada Thomas Pesquet.

Viva Portugal!

Semana Santa no Sardoal

Vila com tradição

Património histórico

 

Foto Pelourinho Sardoalmeditejo.net

Importa dar nota da recente Semana Santa vivida na vila de Sardoal. Vila que se situa no Concelho do Sardoal e tem uma profunda tradição religiosa e de fé. As festividades da vila do Sardoal são seculares, oriundas de tempos imemoráveis e profundamente enraizadas. No presente são um importante património da própria “personalidade” concelhia. Estas festividades que decorrem, principalmente, entre Quinta-Feira Santa e Domingo de Páscoa.

Foto www.ribatejo.com
Paixão de Cristo

É na Quaresma que, com as cerimónias religiosas, a vila do Sardoal assume um importante e indiscutível relevo: a Semana Santa na vila do Sardoal é carismática e cultural.

As festividades pascais da vila incluem a Procissão dos Ramos, a Procissão dos Fogaréus (Procissão do Senhor da Misericórdia), a Procissão do Enterro do Senhor e a Procissão da Ressurreição do Senhor, esta no próprio domingo de Páscoa.

Foto meditejo.net
5.ª Feira Santa

Inserida nas celebrações da Semana Santa, a Procissão do Senhor da Misericórdia organizada pela Irmandade da Misericórdia de Sardoal, realiza-se na Quinta-Feira Santa. O ambiente vivencial desta Procissão é deslumbrantemente místico, transmite a profunda tristeza e respeito da comunidade cristã local pela representação da morte de Cristo.

São características principais a destacar nas celebrações pascais da vila do Sardoal:

  1. O cortejo de Quinta-Feira Santa sai à noite na escuridão total: a iluminação pública das ruas é desligada pela EDP que desativa o fornecimento de energia elétrica. A escuridão da noite é iluminada pela luz lúgubre dos archotes, candeias e velas dos participantes na Procissão, nas janelas das casas, nas varandas e escadarias do Convento de Santa Maria da Caridade acendem-se mais de 600 lamparinas;
  2. Este ambiente místico é acompanhado pela banda filarmónica do Sardoal ao som de marchas fúnebres que conferem um cenário magistral de sentimento sentido, sofrido e de respeito pela morte do Senhor;
  3. No cortejo fúnebre são expostos painéis do século XVIII com cenas da paixão pertencentes à Misericórdia do Sardoal; e ainda,
  4. Os enfeites ou tapetes típicos, nas igrejas e capelas, são feitos com alusão à época. São feitos com pétalas de flores, verduras naturais e outros acessórios, no chão de cada uma das igrejas e capelas existentes na vila (igreja da Misericórdia e Convento Santa Maria da Caridade e nas Capelas: Senhor dos Remédios, Sant’Ana, Santa Catarina, Nossa Senhora do Carmo, S. Sebastião e Espírito Santo).
Foto editorialjuridico.org
2017

Uma tradição secular, e “exclusiva” do Sardoal. Tradição enraizada e que revela uma forte ligação entre as gerações passadas, as presentes e as futuras, assim tem sido, e, mais, nos últimos anos esta tradição foi estendida a Igrejas e Capelas fora da vila do Sardoal, porém dentro do concelho, sempre com grande empenho por parte da população, um exemplo disso é o tapete da Capela da Cabeça das Mós.

Foto editorialjuridico.org
2017
Foto editorialjuridico.org
2017

 

 

 

 

 

Foto editorialjuridico.org
2017
Foto editorialjuridico.org
2017

 

Foto editorialjuridico.org
2017

 

Foto editorialjuridico.org
2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Editorial deixa aqui esta “memória” da Semana Santa na vila do Sardoal.

Foto editorialjuridico.org
Cabeça das Mós 2017

Fica o desafio para que no próximo ano visite, como muitos turistas e visitantes, esta maravilhosa vila e viva com ela a Semana Santa. São centenas e centenas de pessoas na Procissão e milhares delas a assistir nas ruas, pelo menos na Procissão do Enterro do Senhor (Quinta-Feira Santa). Dispõe ainda de exposições, de pintura, fotografia, entre outras, dispõe de cinema, teatro de rua, música, etc.

Para mais informação pode consultar: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011-04-20-sardoal-fe-e-tradicao-regressam-ao-sardoal-com-as-solenidades-da-semana-santa e https://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/pascoa-tambem-e-cultura-no-sardoal-12021 http://turismo.cm-sardoal.pt/images/documents/Folhetos/semana_santa_pascoa.pdf

 

Um grito de liberdade … hoje partiu Mário Soares

Cravos vermelhos liberdade … liberdade …

Mário Soares o primeiro em muita coisa até na hora da partida … morreu o primeiro Presidente da República civil democraticamente eleito em 7 de janeiro de 2017, após ter nascido em 7 de dezembro de 1924.

Foto web

O Editorial não faz emergir “novidades” sobre Mário Soares, sobre este grande Homem, porém não pode deixar de prestar homenagem a este socialista fundador do partido socialista.

Democracia e liberdade as palavras-chave da sua vida política que formaram a face inequívoca e caricaturada de Mário Soares, o “rosto” da democracia. Vida, com várias vidas não contidas, a caminho da democracia no “comboio da liberdade” caminhando…

O histórico socialista foi um enérgico e infatigável lutador contra a ditadura de Salazar, foi preso 12 vezes, deportado para São Tomé e exilado em França. Depois veio a democracia, após a revolução de 1974, Mário Soares foi Primeiro-Ministro em 3 governos constitucionais, foi Presidente da República por 2 mandatos e Deputado Europeu. Foi líder quando Portugal precisou dele (http://pt.euronews.com/2017/01/07/mario-soares-1924-2017-percurso-de-um-resistente).

Fonte web – visão

No sofrimento dos infortúnios da luta e na felicidade das vitórias políticas, lutou, lutou … para que os portugueses almejassem e vivenciassem a democracia. Após a História o ter “engolido” Mário Soares, hoje, é imortalizado nos pergaminhos da lembrança inolvidável dos séculos do tempo nunca esquecido. Continuar a ler Um grito de liberdade … hoje partiu Mário Soares

Excelente Ano de 2017

O Editorial Jurídico deseja-lhe um excelente ano de 2017.

Os desafios são “A” constante da vida, superá-los é o que a faz interessante e lhe dá sentido. O Editorial deseja a todos nós uma explosão de desafios em 2017 para que a nossa vida seja plena de sentido.

 

Foto web 2017

 

“A maioria pensa com a sensibilidade, eu sinto com o pensamento.

Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver.

Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.”

Fernando Pessoa

 

“Pensar é fácil. Agir é difícil.

Agir conforme o que pensamos …  isso ainda o é mais.”

Johann Goethe

Foto web 2017

Até sempre George Michael

… O teu Last Chrismas

George Michael morreu aos 53 anos. O músico britânico morreu devido a uma falha cardíaca, de acordo com informação do seu agente Michael Lipman, que anunciou a morte de George Michael no dia 25 de dezembro de 2016, dia de Natal. Segundo disse, George Michael morreu serenamente na sua casa em Oxfordshire, no Reino Unido.

Foto web

Ícone da música pop Michael com uma vida pessoal conturbada, sempre à frente no seu tempo, foi, a mais das vezes, um notável desconhecido, agora, conhecido como homem de causas, homem de boas ações e causas nobres, de ajuda a várias instituições, uma delas a sua dedicação ao voluntariado aos sem abrigo, bem como, ajuda monetária no combate à fome e ao vírus da sida (http://www.rtp.pt/noticias/cultura/george-michael-era-um-dos-grandes-nomes-da-pop-mundial_v971918).

Quem não lembra ou conhece o “Last Christmas” dos Wham!? Com os Wham George Michael atingiu o top do Reino Unido em quatro momentos, o “Last Christmas” foi, e continua a ser, uma das músicas mais conhecidas e mais duradora no tempo, atualmente, é o número 16 no top dos ‘singles’ do Reino Unido (relembre aqui o vídeo da música “Last Chistmas”, originariamente lançada em 1984 https://www.youtube.com/watch?v=E8gmARGvPlI).

De acordo com o JN online, George “Michael foi o primeiro convidado de Corden no formato, que na altura funcionou como um “sketch” pontual criado para um programa de caridade a favor da organização Comic Relief, que surgiu em 1985 para ajudar a combater a fome.

O apresentador britânico James Corden  lamentou a morte do cantor George Michael, disse, “Sempre adorei o George Michael. Ele foi, absolutamente, uma inspiração. Sempre à frente do seu tempo”, frisou (http://www.jn.pt/artes/media/ntv/interior/foi-com-george-michael-que-nasceu-o-carpool-karaoke-5572187.html)

Foto web

Até logo Michael …

Não fique apático faça a diferença no Portugal nosso

O primado não é o ser humano?

A Constituição da República Portuguesa (CRP) (https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao) no artigo 3.º, sob a epígrafe “Principio da igualdade” menciona, no n.º 1, “Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei”, e, no n.º 2 desse artigo 13.º,  continua “Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.” (o sublinhado é nosso). Isto é verdade? Erradicar a pobreza_02

Estas lindas palavras, enfatizadas a negrito, são verdades de facto e de direito? Sabemos que não…

Contudo, cada um de nós tem o dever de pôr em prática tais palavras e de “obrigar”, quem tem o dever de pôr em prática, a praticá-las. O silêncio e a inércia de todos nós pode ser um poderoso inimigo, “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência devem agir uns para os outros em espírito de fraternidade” (artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos do Homem).

Então, sejamos, cada um de nós, “um António Guterres”, ainda que em menor grandeza, e marquemos vincadamente a diferença… o Editorial já começou a abrir a porta da diferença … “Erradicar a pobreza é um dever de todos nós, é um dever de cada cidadão e com vários pequenos, grandes, gestos/ações ajudaremos a fazer, neste natal, “O Natal” e com o tempo, todos juntos, conseguiremos que “O Natal” viva o ano inteiro entre todos nós.

Foto web

O Editorial deseja-lhe Boas Festas. Um feliz Natal e um Ano Novo próspero em coisas boas.

 

António Guterres na ONU

Tomada de Posse a 12.12.2016

Data memorável

António Guterres tomou posse na Organização das Nações Unidas (ONU) e assume funções a 1 de janeiro de 2017. Toma posse e, também, assume um dos maiores desafios alguma vez vividos pelas Nações Unidas (http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2016-12-12-juramento.JPG/3×2/mw-320)

Fonte SicNotícias

Desafios que enfileiram problemas ímpares onde será colocada a toda a prova a capacidade diplomática do novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Alguns dos enormes desafios são, nomeadamente, a guerra e o terrorismo onde se confundem sem fronteiras, as forças que as manipulam, guerras e terrorismo, são múltiplas e as movimentações humanas/pessoas atingem proporções sem precedentes, a História comprova-o.

Os desafios que se colocam ao novo secretário-geral da ONU não são simples nem fáceis, ao contrário são deveras complexos, agravados e intrincados, basta pensar em concreto nas migrações e a crise dos refugiados, a guerra na Síria, as guerras não resolvidas, como os russos lhe chamam “conflitos gelados”, e, não menos importante, a reforma da própria ONU. É necessário recuperar e inovar a missão e reputação internacional da ONU que tem um quadro de linhas esboçadas, mas ainda não pintadas, e tem de criar um papel de “marca e identidade” num mundo revolto, bélico e perigoso onde a ganância e a corrupção têm sido líderes no palco social e político internacional.

E, se juntarmos a estes “ingredientes explosivos” o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, o novo secretário-geral das Nações Unidas tem de ter uma diplomacia diligente mas cautelosa, porque o Sr. Trump tem uma política e visão antagónicas quanto, por exemplo, aos refugiados e é reconhecidamente um nacionalista, defende muros entre os países, nem que sejam meramente virtuais, é mestre em criar ambientes tensos e crispados em matéria de minorias.

E mais do que nunca, a diplomacia de António Guterres vai ser posta a toda a prova … Ao secretário-geral das Nações Unidas o Editoral e, por certo, todos os portugueses desejam os maiores sucessos para o caminho que vier a traçar para a ONU e para o mundo.

A Maria e a operadora MEO

A experiência da Maria

Hoje, o Editorial Jurídico vem partilhar outro caso verdadeiro, o caso da Maria versus operadora de telecomunicações MEO. O nome “Maria” é nome fictício por questões de privacidade.

Fonte web

A Maria considerou mudar de operadora de telecomunicações, relativamente ao serviço de telefone fixo, televisão, internet e um cartão de telemóvel, porque, atingiu, em junho de 2016, o fim do período de fidelização e, dada a concorrência no mercado, o serviço que tinha estava, comparativamente, mais caro do que o preço apresentado por outras operadoras, para o mesmo serviço. A Maria foi contatada telefonicamente pela MEO em agosto de 2016.

Casa – “Pacote” de comunicações e internet

O contrato com a MEO foi assinado pela Maria no último dia do mês de agosto. Todo o processo de contratação foi realizado à distância através da net. O contrato da Maria com a MEO enfileira os chamados contratos celebrados à distância – contratos celebrados fora do estabelecimento comercial (ao abrigo do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro). Antes de mais, importa sublinhar que durante as negociações a Maria salientou ao comercial da MEO que a sua casa tinha vários pisos, disse onde se situava, e situa, o seu escritório, bem como a sala de reuniões, o comercial afirmou não haver problema com “capacidade” da internet.

Na sequência da assinatura do contrato, a instalação do equipamento e respetivo serviço foi agendada para a manhã do dia 05.09.2016. Porém, no dia 05.09.2016 o serviço contratado não foi instalado. E, não foi instalado porque havia a necessidade de proceder a ligação de cabos desde a casa da Maria ao “poste de telecomunicações público” e deste à caixa dos TLP/PT situado na via pública.

Verificou-se ainda uma dificuldade acrescida, na cave da casa a Maria não iria ter internet: o Server da MEO a instalar no 1.º piso da casa seria incapaz de dotar a cave de internet, nem seria possível, sequer, tê-la com um repetidor de sinal colocado no R/C da casa, de acordo com a informação dada pelo técnico perante a pergunta da Maria – o técnico utilizou um aparelho para “medir a intensidade” do sinal do Server da MEO.

Sucede que a Maria com a anterior operadora de telecomunicações acedia à internet na cave da sua casa, com a MEO não. Ora, a Maria entendeu, então, resolver o contrato com a MEO, posto que o contrato recém-assinado não iria satisfizer com as suas necessidades, nem as expetativas de um serviço devidamente prestado. Adivinhavam-se, pois, problemas futuramente infindáveis entre a Maria e a MEO. Continuar a ler A Maria e a operadora MEO