António Guterres na ONU

Tomada de Posse a 12.12.2016

Data memorável

António Guterres tomou posse na Organização das Nações Unidas (ONU) e assume funções a 1 de janeiro de 2017. Toma posse e, também, assume um dos maiores desafios alguma vez vividos pelas Nações Unidas (http://images-cdn.impresa.pt/sicnot/2016-12-12-juramento.JPG/3×2/mw-320)

Fonte SicNotícias

Desafios que enfileiram problemas ímpares onde será colocada a toda a prova a capacidade diplomática do novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Alguns dos enormes desafios são, nomeadamente, a guerra e o terrorismo onde se confundem sem fronteiras, as forças que as manipulam, guerras e terrorismo, são múltiplas e as movimentações humanas/pessoas atingem proporções sem precedentes, a História comprova-o.

Os desafios que se colocam ao novo secretário-geral da ONU não são simples nem fáceis, ao contrário são deveras complexos, agravados e intrincados, basta pensar em concreto nas migrações e a crise dos refugiados, a guerra na Síria, as guerras não resolvidas, como os russos lhe chamam “conflitos gelados”, e, não menos importante, a reforma da própria ONU. É necessário recuperar e inovar a missão e reputação internacional da ONU que tem um quadro de linhas esboçadas, mas ainda não pintadas, e tem de criar um papel de “marca e identidade” num mundo revolto, bélico e perigoso onde a ganância e a corrupção têm sido líderes no palco social e político internacional.

E, se juntarmos a estes “ingredientes explosivos” o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, o novo secretário-geral das Nações Unidas tem de ter uma diplomacia diligente mas cautelosa, porque o Sr. Trump tem uma política e visão antagónicas quanto, por exemplo, aos refugiados e é reconhecidamente um nacionalista, defende muros entre os países, nem que sejam meramente virtuais, é mestre em criar ambientes tensos e crispados em matéria de minorias.

E mais do que nunca, a diplomacia de António Guterres vai ser posta a toda a prova … Ao secretário-geral das Nações Unidas o Editoral e, por certo, todos os portugueses desejam os maiores sucessos para o caminho que vier a traçar para a ONU e para o mundo.

A Maria e a operadora MEO

A experiência da Maria

Hoje, o Editorial Jurídico vem partilhar outro caso verdadeiro, o caso da Maria versus operadora de telecomunicações MEO. O nome “Maria” é nome fictício por questões de privacidade.

Fonte web

A Maria considerou mudar de operadora de telecomunicações, relativamente ao serviço de telefone fixo, televisão, internet e um cartão de telemóvel, porque, atingiu, em junho de 2016, o fim do período de fidelização e, dada a concorrência no mercado, o serviço que tinha estava, comparativamente, mais caro do que o preço apresentado por outras operadoras, para o mesmo serviço. A Maria foi contatada telefonicamente pela MEO em agosto de 2016.

Casa – “Pacote” de comunicações e internet

O contrato com a MEO foi assinado pela Maria no último dia do mês de agosto. Todo o processo de contratação foi realizado à distância através da net. O contrato da Maria com a MEO enfileira os chamados contratos celebrados à distância – contratos celebrados fora do estabelecimento comercial (ao abrigo do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro). Antes de mais, importa sublinhar que durante as negociações a Maria salientou ao comercial da MEO que a sua casa tinha vários pisos, disse onde se situava, e situa, o seu escritório, bem como a sala de reuniões, o comercial afirmou não haver problema com “capacidade” da internet.

Na sequência da assinatura do contrato, a instalação do equipamento e respetivo serviço foi agendada para a manhã do dia 05.09.2016. Porém, no dia 05.09.2016 o serviço contratado não foi instalado. E, não foi instalado porque havia a necessidade de proceder a ligação de cabos desde a casa da Maria ao “poste de telecomunicações público” e deste à caixa dos TLP/PT situado na via pública.

Verificou-se ainda uma dificuldade acrescida, na cave da casa a Maria não iria ter internet: o Server da MEO a instalar no 1.º piso da casa seria incapaz de dotar a cave de internet, nem seria possível, sequer, tê-la com um repetidor de sinal colocado no R/C da casa, de acordo com a informação dada pelo técnico perante a pergunta da Maria – o técnico utilizou um aparelho para “medir a intensidade” do sinal do Server da MEO.

Sucede que a Maria com a anterior operadora de telecomunicações acedia à internet na cave da sua casa, com a MEO não. Ora, a Maria entendeu, então, resolver o contrato com a MEO, posto que o contrato recém-assinado não iria satisfizer com as suas necessidades, nem as expetativas de um serviço devidamente prestado. Adivinhavam-se, pois, problemas futuramente infindáveis entre a Maria e a MEO. Continuar a ler A Maria e a operadora MEO